terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Realeza de Amor

Virgo1

“Maria é rainha, mas rainha de amor e misericórdia. Nela nada há de austero, nada de dominador. No seio de sua glória, ela se proclama “Serva do Senhor” e exalta aquele que nela fez “grandes coisas”.

Maria é rainha, porém, para nossa consolação, diz Santo Afonso de Ligório, ela é uma rainha cheia de doçura e de clemência, inteiramente disposta a espalhar seus benefícios sobre nossa miséria.

Segundo a observação de Santo Alberto Magno, o próprio nome de rainha desperta a idéia de compaixão, de solicitude em favor dos pobres, ao contrário do nome Imperatriz, que quer dizer severidade e rigor, pois vem do latim: imperare: mandar, ordenar.

Para termos a fisionomia exata desta rainha toda amante, é preciso, pois, representá-la, não nesta dignidade eminente, que lhe atrai as homenagens do universo, mas na ternura e na expansão do seu amor para conosco.[...]

Ela é rainha senão para amar mais, e serve-se de sua autoridade para assistir por toda parte a seus fiéis servos e prestar-lhes mil e um cuidados. [...] Estabeleçamos Maria como rainha do nosso coração, isto é, submetamos-lhe todas as nossas afeições, todos nossos desejos, todas as nossas aspirações.

Acima de qualquer outro amor, reine o amor de Maria em nós, domine em nós e nos faça agir sempre sob a inspiração, sob a influência e sob o olhar desta amável Mãe. [...] Querido irmão em Maria! Pertença à Virgem o nosso coração, pois o coração é o amor, e Maria é rainha do Amor.”

 

 

Pe. Júlio Maria De Lombaerde

A Virgem de Nazaré. pp. 61-64

In Maria Santíssima, Mãe e Mestra. Ed. O Lutador.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Especial 1º ano do 14º Capítulo Geral SDN


Durante a realização do XIV Capítulo SDN, diariamente, foram publicados os relatos dos acontecimentos. Os leitores podem conferí-los no sítio da Congregação:

> Primeiro Dia (11/01/2010)

> Segundo Dia (12/01/2010)

> Terceiro Dia (13/01/2010)

> Quarto Dia (dia da eleição - 14/01/2010)

> Quinto Dia (14/01/2010)


Como relatado, no dia 14 de janeiro do ano passado foi eleito do 10º sucessor do Pe. Júlio Maria de Lombaerde: O Revmo. Pe. Geraldo Magela de Lima Mayrik, sdn.

Pe. Mayrink nasceu em 25 de outubro de 1957, fez sua primeira profissão religiosa na Congregação dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora em 02 de janeiro de 1994. Ordenou-se presbítero em 05 de dezembro de 1982. Antes do Capítulo exercia a função de primeiro Conselheiro da Congregação, formador da Comunidade de teologia e pároco da paróquia São Bernardo, Belo Horizonte/MG.

Logo depois de eleito, o Superior Geral tomou posse na Capela da Visão Sacramentina, com a celebração da Benção do Santíssimo Sacramento. Diante do Santíssimo exposto o novo Superior professou a sua fé, como sinal de comunhão com toda Igreja. O gesto de tomar posse diante do Santíssimo Sacramento, para nós é muito significativo, pois a eucaristia para nós “é força e inspiração de nossa vida missionário-sacramentina (...). Ela nutre a nossa vida fraterno-apóstólica e nos impele para a missão...(Cons. 60). O novo Superior vai encontrar forças e discernimento para o exercício do seu ministério de dirigir a congregação na contemplação e vivência deste Mistério, fonte e ápice da vida cristã.


O novo Superior Geral no momento da Posse, dando a Bênção com o Santíssimo Sacramento do Altar.
Fazemos votos de que o Pe. Mayrink possa continuar firme no governo da Congregação, impulsionando-a sempre no espírito do Fundador.


Pro Catholica Societate

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Biografia do Padre Júlio Maria de Lombaerde

6 – Atividade paroquial do Pe. Júlio Maria; Fundação das Congregações Sacramentinas

Pe. Júlio era um homem diante do qual a gente tinha de tomar posição. A favor ou contra. Os paroquianos se entusiasmaram com o novo vigário. A Igreja encheu-se de fiéis. Cresceu a vida sacramental, sobretudo a vida eucarística. Organizou-se a Liga Católica para os homens, foi infundida vida nova às Filhas de Maria para as moças, à Congregação Mariana para os rapazes ou adultos de sexo masculino, os Vicentinos foram grandemente estimulados. Pe. Júlio fundou a Congregação dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora. Depois, a Congregação das Irmãs Sacramentinas de Nossa Senhora, pensando especialmente na educação da juventude feminina, na preparação das mães de família. Com o tempo, pensando no atendimento à saúde da população carente, juntamente com os Vicentinos, construiu o Hospital S. Vicente de Paulo. Diante da necessidade de preparar a juventude masculina para um catolicismo mais sólido e uma vida sócio-política mais consciente, fundou o Colégio Pio XI, que marcou época, não só na cidade, mas em ampla região, tendo mantido durante muitos anos um internato famoso, com alunos que vinham da redondeza, mas também do Espírito Santo e do Rio de Janeiro. Mais tarde ainda, fundou um Patronato Agrícola, uma casa de Aprendizado Doméstico e deu todo apoio aos Vicentinos na fundação e manutenção de um Asilo para inválidos.

Enquanto isso, entregava-se de corpo e alma à paróquia, à formação dos seminaristas e religiosos de sua Congregação, assim como, com a colaboração da Co-fundadora das Irmãs Sacramentinas, a Madre Beatriz Frambach, ia trabalhando incansavelmente na formação e desenvolvimento da nova Congregação feminina, que vicejava com força invejável, com frutos de piedade e santidade admiráveis.

Para homens como o Pe. Júlio Maria não faltam amigos nem adversários. Sua ação em Manhumirim não podia deixar de ter repercussão política. Fizeram tudo para envolvê-lo em lutas partidárias. Pe. Júlio não apenas não tinha ambições políticas, no sentido de poder e influência direta na condução da sociedade, mas só usava sua força em defesa dos interesses religiosos de seus fiéis. Mesmo assim, os Partidos se dividiram diante dele. Houve ameaças de todo o tipo e tentaram assassinar o Padre, num domingo, dentro da própria igreja.

Essas coisas, porém, não abalavam o Pe. Júlio, que parecia ter nervos de ferro. Nunca o víamos exaltado ou dando mostras de preocupação por causa dessas coisas. A vida, no Seminário, na Paróquia, na residência e no Colégio das Irmãs, continuava igual. A agitação ficava do lado de fora e passaria. Embora os mais informados soubessem que nem tudo estava num mar de rosas. As Irmãs sobretudo, com sua sensibilidade feminina, sofriam muito. Os políticos se agitavam e sempre que podiam, buscavam o apoio do padre. Se não conseguiam ou se encontravam resistência (o Pe. Júlio apoiava sempre os católicos - aqueles que ele julgava bons católicos), punham-se contra ele. O vigário jamais usava o púlpito para fazer campanhas partidárias ou pessoais.

De qualquer modo, o Fundador tinha o apoio indefectível de Dom Carloto, sempre firme, decidido, apesar de silencioso. Isto trazia ao vigário muita tranqüilidade. Mas em 1933, Dom Carloto morre no Rio. Pe. Júlio Maria fica sem sua cobertura tão importante. O sucessor do amigo, Dom José Parreira Lara, era também um homem de Deus, e embora tenha vindo para a Diocese de Caratinga trazendo na bagagem muitas denúncias e queixas contra o Pe. Júlio e sua Congregação, não pôde deixar de exclamar, depois da primeira visita ao Seminário de Manhumirim: "O dedo de Deus está aqui!"


(Este texto é uma resenha e um rearranjo do livro “Pe. Júlio Maria, sua vida e sua missão”, de Dom Antônio Afonso de Miranda, sdn, o primeiro religioso da Congregação do Pe. Júlio Maria escolhido para ser bispo, hoje Bispo Emérito de Taubaté, SP, e que foi o primeiro biógrafo do seu Fundador.)

[Continua...]

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Especial 1º ano do 14º Capítulo Geral SDN



Como já publicávamos aqui em 2009, os Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora realizaram, de 11 a 15 de janeiro de 2010 seu XIV Capítulo Geral Ordinário, em Manhumirim - MG.

Há um ano, portanto, iniciava-se esse importante acontecimento eclesial.

Pe. Demerval entronizando o quadro com o retrato do Pe. Júlio Maria

A programação do Capítulo pode ser conferida no sítio da Congregação, nesse link: [Sacramentinos.org]


À direita, Pe. Carlos Roberto Altoé, 9º sucessor do Pe. Júlio Maria, que convocou o XIV Capítulo Ordinário, ao lado do quadro do Fundador.

Ainda essa semana, os relatos de todos os dias do Capítulo.


Pro Catholica Societate

sábado, 8 de janeiro de 2011

Vida e Obra de Pe. Júlio apresentadas pelo Superior Geral SDN

Hoje, dia 8 de janeiro de 2011, é o 133º aniversário de batismo do Pe. Júlio Maria. A história do seu batismo já foi narrada aqui. Para comemorar esta data, que é significativa para a Igreja e para a Congregação, exibimos uma preciosidade: a vida e a obra do santo Fundador apresentadas pelo atual Superior Geral da Congregação.

Trata-se de uma reportagem exibida pela TV Catuaí, de Manhuaçu-MG. A repórter, Solange Malosto, foi a Manhumirim (sede da Congregação) conferir de perto a obra deixada pelo Pe. Júlio, e aproveitou para entrevistar ninguém menos que o Revmo. Pe. Geraldo M. L. Mayrink, sdn, Superior Geral dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora. Tudo foi gravado logo nos primeiros dias do mandato dele como superior, ou seja, no princípio de 2010  - e diretamente do Seminário Apostólico Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento.

A primeira parte mostra precisamente a parte mais importante daquela Casa: a capela, arquitetada pelo próprio Fundador. Lá se encontra a pintura com a “Visão Sacramentina”, que retrata um sonho do Pe. Júlio para as suas Congregações.

Depois, o padre superior apresenta a Sala Histórica Padre Júlio Maria, onde se encontram numerosos pertences e a história do grande missionário, retratada principalmente pelo grande painel com o mapa dos lugares missionados por ele. Ali se narra também os acontecimentos de sua morte, a 24 de dezembro de 1944. Logo em seguida, passam para o antigo quarto do Pe. Júlio, que contém seus pertences mais pessoais e sua biblioteca particular, que se encontra preservada. Alem de suas relíquias de primeira e segunda classe (ex ossibus, ex tela imbuta sanguine, ex habitu, etc).

Esperamos que nossos leitores possam apreciar essa apresentação bastante completa para o curto tempo de vídeo.

 

 Obervação: todos os créditos encontram-se no vídeo. Agradecimentos à TV Catuaí.

 

Em Cristo,

Pro Catholica Societate

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Carta ao Pe. Henrique, escrita de Bom Despacho-MG

Introdução: Cópia fiel da carta original que foi entregue pelo Pe. Henrique, sdn, ao Pe. Jayme L. Cançado, sdn. Os destinatários são o Pe. Henrique (ordenado em 1936 e, à época, substituto do Pe. Júlio na cura das almas da Paróquia de Manhumirim) e o Pe. José Batista (ordenado em 1938 e responsável pelos trabalhos da Editora O Lutador). A carta foi escrita pelo próprio Pe. Júlio Maria em Bom Despacho, onde esteve durante aproximadamente 20 dias, pregando retiros e visitando as residências das Congregações. Em itálico, algumas observações para compreensão.

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Bom Despacho, 15 fev 40

Meus queridos Pe. Henrique e José,

Um cordial abraço!

Devem quase estranhar o meu silêncio, não é? A razão é simples: não me sobra nem um instante.

Hoje acabei o 3º retiro, sendo cada um de 4 dias: Vicentinos, Senhoras [Associação das Mães Cristãs], Filhas de Maria e hoje começo o dos militares (soldados e oficiais). Vou pregar no salão do quartel.

De manhã até à noite, fico no confessionário no intervalo das instruções . Assim mesmo serve-me de férias, estou com a cabeça mais descansada, pois se não há ocupação não há preocupação.

Bom Despacho é esplêndido, povo católico, os padres muito queridos, a Eucaristia formando a base da devoção popular.

Amanhã devem chegar as irmãs.

Vou levá-las a São Gotardo, voltando por Dores, onde ficarei poucos dias. Aqui recolhi já algumas vocações para as irmãs, vou ver em Luz e Dores.

O Pe. Paulo é trabalhador admirável e incansável. O Pe. Thiago é muito benquisto pelo povo. Receberam-me como se fosse o Bispo. Todas as autoridades em pé, o batalhão com seu comandante, etc. - Não posso ainda marcar o dia da saída, mas avisarei a tempo. Preparem selas para fratres João e Dohr que voltam também para continuar os estudos.

Espero que os propagandistas tenham mandado dinheiro de modo a poder fazer os pagamentos correntes.

Creio que será bom fazer parar os pedreiros, desde que o prédio está coberto, conservando só os necessários e os serventes que Ariovaldo indicará.

Os carpinteiros podem fazer as duas escadas, de baixo até o primeiro andar - e do 1º andar até ao dormitório.

Devem colocar as esquadrilhas de portas e janelas e podem já rebocar o dormitório em cima.

Havendo dinheiro pode dar uns contos de reis a Nicolau Bracks.

Espero que os meninos [Apostólicos, os estudantes menores antes do Noviciado]vão todos bem ... Que os meus noviços rezem e se santifiquem... E que os teólogos estudem muito.

Iran(?) estava ainda aqui, mas já o mandei embora. é um louco. Não mande a máquina dele que ali está.

Penso que O Lutador vá bem, não é. O nosso Zeferino [Pe. José Batista, o destinatário] dará conta. Nem o tempo de lê-lo tenho.

Terminado o retiro dos soldados vou organizar as casas de São Gotardo, e ver se tenho tempo de voltar por Boa Esperança.

Um afetuoso abraço aos caríssimos padres Henrique e José e uma grande bênção para todos de casa.

Pe. Júlio Maria

PM - SDN

 

Carta Pe JulioDigitalização da última página da carta transcrita, com a assinatura do Fundador.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Biografia do Padre Júlio Maria de Lombaerde

5 - Chegada e primeiras atividades em Manhumirim

Em 29/02/1928, Pe. Júlio Maria embarca, afinal, para o Rio de Janeiro, onde se encontrou com Dom Carloto que o recebeu com o maior respeito e carinho e o levou para Caratinga. Pe. Júlio recusou a oferta de paróquias em cidades mais importantes e maiores. Fez questão de escolher Manhumirim, na época uma cidade pequenina, modesta, embora na Zona da Mata mineira, rica em café. Manhumirim lembrava ao Pe. Júlio a pequenez e o anonimato de Grave, na Holanda, onde o Fundador de sua Congregação, que ele amava tanto, quis começar a fundação. Ótimo lugar para uma instituição que precisava de aprender a amar e viver a pobreza e a humildade.

Pe. Júlio chegou a Manhumirim dia 24/3/1928. Hospedou-se com o Pe. La Barrera, vigário da cidade. Havia uma igreja nova em construção, construção que se arrastava havia longos anos. A vida paroquial, como um todo, ia no mesmo ritmo. O velho vigário, já cansado, não podia fazer muita coisa. Pe. Júlio ficou ali, procurando conhecer a situação, observando e aprendendo. Limitou-se, durante um mês e pouco, antes de tomar posse, a celebrar a missa, observar as coisas, planejar. A posse aconteceu em fins de abril.

Apaixonado por Nossa Senhora, quis marcar sua entrada na paróquia com um Mês de Maria vibrante, piedoso e muito bonito. Pediu que se improvisasse no interior da igreja nova, ainda em construção, um altar para coroação de Nossa Senhora. Movimentou as crianças e as famílias, que se sentiam renovados com a nova liderança paroquial. Os festejos entusiasmados em honra de Maria Santíssima preocuparam os protestantes, numerosos na cidade e no município, que reagiram, espalhando entre o povo um folheto contra o culto a Maria. Pe. Júlio resolveu aproveitar a ocasião e dar uma resposta séria e firme, baseada na teologia e na Bíblia. Usou para isso o jornal da cidade. Católicos e protestantes notaram logo que estavam diante de um líder, que não apenas fazia festas e celebrava missas, mas que tinha cabeça, tinha poder de fogo intelectual, manejava com segurança e facilidade a palavra escrita. Todos perceberam sua envergadura. Os católicos vibravam. Os protestantes sentiram o peso da mão do novo pároco e missionário.

Não eram tempos de ecumenismo, infelizmente. Eram, antes, tempos de polêmicas e anátemas. Em Manhumirim, as posições se definiram e se antagonizaram. Quem era católico, começou a ser mais firmemente católico; quem era protestante, maçom, espírita teve de se decidir. Não era mais possível ser católico e espírita, católico e maçom. Os protestantes, aliás, sempre foram claramente protestantes. Estávamos diante de um catolicismo militante, aguerrido. Certamente, houve nisso coisas boas e más. Não nos compete aqui nenhum julgamento histórico. Mas é certo que o Pe. Júlio expressava bem uma posição que era a de grandes homens de Igreja naquele tempo, como o Pe. Leonel Franca, S.J. Era preciso - continua sendo preciso - catequizar os católicos, mostrar-lhes sua Igreja, as razões de sua fé e de sua esperança, de modo que eles pudessem decidir-se esclarecidamente, em moral e em doutrina.

O jornal de Manhumirim não queria desagradar nem ao padre, nem aos protestantes. Seu diretor pediu ao Pe. Júlio que escrevesse sobre outras coisas. O Pe. Júlio, porém, achou que os ataques protestantes ao culto de Nossa Senhora tinha sido espalhados entre os católicos e não podiam deixar de ser respondidos. Foi então que resolveu fundar um jornal e um jornal combativo, a que deu o nome de O LUTADOR. O primeiro número saiu em 25 de novembro de 1928 e nunca mais deixou de ser editado. As lutas de O LUTADOR variaram nesses mais de 80 anos, mas ele sempre lutou por algumas causas fundamentais para o Reino de Deus. Com linguagens diferentes, com enfoques diversos, mas sem perder de vista a meta final, os objetivos básicos.


(Este texto é uma resenha e um rearranjo do livro “Pe. Júlio Maria, sua vida e sua missão”, de Dom Antônio Afonso de Miranda, sdn, o primeiro religioso da Congregação do Pe. Júlio Maria escolhido para ser bispo, hoje Bispo Emérito de Taubaté, SP, e que foi o primeiro biógrafo do seu Fundador.)

[Continua...]